Arquivo do mês: fevereiro 2009

Carnaval

Tenho recordações
No começo não entendia direito
Era pura diversão
Com um pouco de apreensão
Com o passar do tempo
Virou êxtase e prazer
O momento de estrapolar
Rodas de amigos
Quantidade, afirmação
Desejo de qualidade
Alguns obstáculos verticais
O maior carnaval do mundo
Alegria, rosas, Olodum, axé
Diversão
Comercialização
Diferenças
Dúvidas
Descanso
Vontade
Insistência
Desencanto
Experiências oficiais
Valorização
Energia
Dúvidas
O caminho do meio
Rua, Vips e natureza
Viva o Carnaval!
Viva o Brasil!

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Vamos fazer uma vaquinha?

Todos nós, vez ou outra, somos chamados para fazer uma vaquinha, juntar dinheiro para ajudar alguém, pagar o vidro quebrado no jogo de futebol ou um jantar entre amigos. Mas de onde será que surgiu esta curiosa expressão usada em todo o País? Segundo nos conta o professor Ari Riboldi, no livro O Bode Expiatório, a expressão surgiu de uma prática de premiação, no futebol, sob o nome de bicho. Em 1923, a torcida do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, resolveu estimular os atletas de seu time a se dedicarem ao jogo com maior empenho. Passaram a arrecadar dinheiro e dar como prêmio aos atletas em valores proporcionais aos resultados alcançados pelo time em campo. O valor tinha inspiração nos números do jogo do bicho: 5, número do cachorro, equivalia a 10 mil réis – prêmio por um simples empate; 10, número do coelho, equivalia a 10 mil réis – prêmio por uma vitória comum; 25, número da vaca, correspondia a 25 mil réis – premiação dada somente em grandes vitórias, contra os adversários mais fortes ou em partidas decisivas. O dinheiro era arrecadado entre os torcedores, no que veio a ser a famosa “vaquinha”. Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/educacao

Programa de Sábado

Ceasa Rio Vermelho - palco de lembranças

Ceasa Rio Vermelho - palco de lembranças

Muitas das lembranças das crianças com os pais são oriundas de finais de semana. É o momento em que se resolvem coisas da casa, arrumações, pequenos consertos, compras. Lembro das idas ao centro da cidade para resolver questões pendentes em locais específicos, mora um cafezinho e refrigerantes, picolés, balas, chicletes.

Hoje vivi isso com meus filhos. Fomos abastecer o carro com álcool, passamos na Ceasinha para comprar aquelas frutas, legumes, verduras e outas guloseimas que só se acha por lá. Encontrei amigos, bebemos refris, café e cerveja. Almoçamos juntos. Fomos ao shopping comprar alguns presentes e fazer um lanche. Comemos acarajé e bolinho de estudante. Passeamos de carro.

Na volta para casa, a alegria de ter vivido bons momentos juntos. As crianças e os adultos precisam precisam desse tipo de atividade para desenvolver noções de comunidade, responsabilidade, oportunidade e convivência. 

Viva o Sábado!

Bolo na Caneca

A gula não é pecado. É mentira!

A gula não é pecado. É mentira!

 Ingredientes:

1 ovo pequeno
4 colheres (sopa) de leite 
3 colheres (sopa) de óleo 
2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó 
4 colheres (sopa) rasas de açúcar 
4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo 
1 colher (café) rasa de fermento em pó 

 Modo de Preparo: 
Coloque o ovo na caneca e bata bem com o garfo. Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais. Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar. Coloque a mistura em duas canecas. Leve por três minutos no microondas na potência máxima. 

 Dicas: 
 A medida de colher é sempre rasa. Você pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode comer quente. Bata os ingredientes na própria caneca com um garfo e coloque no microondas por três minutos. A massa crua é mais mole que a de um bolo normal. Não aumente a farinha ou terá um bolo duro. 

 Cortesia Família Burger
http://www.familiaburger.com.br

BBB – Big Bosta Banana

 

É legal, né?

É legal, né?

Na primeira edição do BBB, fiquei muito curioso e assisti a quase todos os episódios. Os 30 minutos adicionais no Multishow eram infalíveis. Pensei em comprar o pay-per-view, tamanho era interesse.

 

Logo me dei conta que eu estava deixando de viver minha vida para assistir à vida dos outros. O Big Brother é isso. Você deixa de malhar, ler, comer com calma, conversar, e outras coisas mais, para ficar feito uma ameba vendo os outros malhar, ler, conversar, ouvir música, tomar banho de piscina, dançar.

É verdade que as novelas também são mais ou menos a mesma coisa, mas são parte da cultura brasileira, um dos orgulhos nacionais, e com a presença de grandes artistas. 

Nas festas de final de ano, por conta da viagem em família, assisti alguns capítulos de A Favorita. Lembrei do tempo em que não tinha o que fazer, não criava alternativas e ficava horas paralisado assistindo esses programas. Graças ao bom Deus eu evoluí, pois também é um saco! O que era para ser resolvido em 2 minutos demora 2 meses e pode não ter um fim.

Só quem não tem ocupação pode se submeter a isso.

E a outras coisas: Faustão, Luciana Gimenez, Hebe e outras perdas de tempo.

Entendo que o entretenimento e o lazer são livres. Todos tem direito à preguiça. Mas todos os dias? Durante meses?

O mundo atual é repleto de alternativas, para todos os gostos. Será que os gostos de milhões de pessoas estão resumidos a isso?

Vá viver sua vida e deixe essa mediocridade desligada!

É pré-carnaval

 

Foto AFP

Foto AFP

Esse período é caracterizado pela diversidade de estímulos.

 

Isso é ainda mais verdade em uma cidade de praia como Salvador/BA.

Os ensaios, as festas, as lavagens, a intensa programação cultural nesse período interefere no ritmo de todas as demais atividades.

Ao mesmo tempo em que os negócios caminham em compasso de espera, começam as aulas das crianças.

Enquanto muitos estão na praia, outros retornam das férias.

Planos para fugir de Salvador no Carnaval, passagens aéreas para Salvador esgotadas para curtir o maior carnaval do planeta.

Os campeonatos regionais de futebol têm clássicos, mas todos esperam pelas competições  mais importantes.

A crise assusta cada vez mais, Lula nunca foi tão bem avaliado.

Neve no Hemisfério Norte, calor intenso na Austrália.

Mas a vida é assim, dificilmente as coisas ocorrem em ritmo regular, de forma previsível.

Regular mesmo só a picaretagem no Congresso Nacional e seus castelos.

Como diria meu técnico de basquete Pulga: “a vida é feita desses altos e baixos, o importante é não deixar cair muito, e aproveitar os picos para elevar a média”. Palavras muito sábias, que marcaram minha vida, desde que as ouvi pela primeira vez há 25 anos.

Para terminar, vale registras que bom mesmo é o Inter. Quase 100 anos de glórias e alegrias para seus súditos.

Copa do Mundo em Salvador

O negócio é muito importante para o estado.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ontem e hoje recebemos a visita da Comissão da FIFA e da CBF para verificar as condições de Salvador para ser uma das 12 sedes da Copa do Mundo de Futebol em 2014. Além da recepção com baianas, capoeiristas e a banda-reggae Olodum, foi oferecido jantar no Palácio de Ondina pelo govenador, houve visita ao recém reinaugurado Estádio de Pituaçú (“o maior investimento no esporte da Bahia nos últimos 30 anos”) e sobrevôo de helicóptero sobre o Dique do Tororó e o Estádio da Fonte Nova, que será totalmente reformulado para receber os jogos da Copa, com um investimento de R$ 250 milhões, a cargo da iniciativa privada e do governo.

Sempre fica aquela pergunta: para que investir em um projeto desses, se temos tantas outras prioridades? O governo não deveria priorizar investimentos em saneamento, educação, segurança, saúde ?

NÃO!

Atraso? Bajulação? Compactuar com Ricardo Teixeira? Há grande chance de favorecimento privado?

Apesar desses grandes riscos, sou favorável à atração de uma das sedes para a capital dos baianos e primeira capital da nação brasileira.

Sendo mais preciso: a Copa não acontecer na Bahia é uma tragédia muito maior do que o acidente da Fonte Nova, que ceifou 7 vidas!

Porque não participar, significa que não haverá investimentos fundamentais na cidade, como ocorrerão em outras 12 cidades, acelerados por conta do cumprimento dos prazos acordados.

Mais, já pensou se outras três capitais nordestinas recebem jogos e Salvador fica fora? Representa a perda de mais um pouco da liderança da Bahia na região, abalada desde a perda da capital federal em 1808.

Salvador, como terceira cidade mais populosa do país, com graves problemas sociais, precisa estar dentro. Por conta da tradição, da cultura, da simbologia, da contribuição para a cara do Brasil, além da parceria do governo estadual com o federal, Salvador deve ser uma das 12 “escolhidas”.

A Copa do Mundo de Futebol, evento que ocorre a cada 4 anos, com rotação de continentes, gera efeitos consideráveis na infra-estrutura da cidade, na rede hoteleira, na economia da cultura e do turismo. A exposição na mídia, por exemplo, é dez vezes maior do que nos Jogos Olímpicos. 

Que venha a Copa para Salvador, quem sabe recebendo uma das chaves e depois um jogo das semi-finais. Depois de fazer grande esforço para mostrar a Bahia ao mundo, poderemos ampliar o número de turistas, de empregos e de renda.

Copa Brasil 2014 e a Bahia, acarajé, pagodão e alegria!